Edição 311 | 2017

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26/10/2017 08:51 - Atualizado em 26/10/2017 09:07

A difícil escolha da profissão

Apesar do advento da tecnologia ter transformado as relações sociais, a forma de atuação da escola e o mercado de trabalho, o momento da escolha da carreira continua sendo uma das grandes dificuldades dos jovens dessa geração

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A Educação está sofrendo grandes transformações e a escola, como conhecemos hoje, está fadada a deixar de existir. As recentes reformas, projetos e estudos realizados na área da Educação buscam encontrar um modelo escolar que atenda ao século XXI, embora ainda se trate o ensino no Brasil como se a demanda por cidadãos qualificados fosse a de um indivíduo do século XIX. Algumas escolas preparam alunos para um mundo que já não existe mais.

Contudo, apesar de todas as transformações que esse e outros setores têm sofrido, algumas questões que rondam os jovens permanecem intactas, e talvez até mais desafiadoras do que antes. Se já era difícil escolher uma carreira há 20 ou 30 anos, agora a decisão passa a ser ainda mais complexa já que não só o mercado de trabalho sofreu e ainda sofre grandes mudanças como, também, as profissões necessárias e que serão requisitadas em um futuro, nem tão distante, também estão em processo de transformação.

“Assim como ocorreu com a Revolução Industrial, quando o modelo de aprendizado era o de Mestre-Aprendiz e passou a ser o modelo de Escola Industrial, formando operários eficientes e não mais artesãos, mais uma vez o mundo demanda uma mudança de postura. Conforme mudam os comportamentos do consumidor e do produtor, muda a demanda de mão de obra, e o conhecimento social. A mudança nunca parte da academia, vem de algo que transforma a sociedade. No nosso caso atual, esse “algo” é a internet. O compartilhamento de informação e a prática da coletividade, conexão e instantaneidade, alteraram como o jovem se porta e aprende. Consequentemente, mudou a forma como ele pensa na hora de procurar um emprego”, explica o CEO da Seu Professor Empreendedor & Negócios, Ricardo Althoff.

Para o administrador de Empresas com especialização em Gestão de Conhecimento e Storytelling aplicado à Educação, Luiz Alexandre Castanha, “estamos no meio de uma grande onda, prestes a estourar. De um lado, sabemos que boa parte das profissões que existirão no futuro ainda não é conhecida. Por mais que pesquisas e especialistas tentem adivinhar, ainda não temos certeza do que está por vir. Por outro lado, a informação do mundo não para de duplicar em períodos cada vez mais curtos. O conhecimento que levávamos cem anos para desenvolver, hoje pode ser conseguido em poucos meses e, futuramente, em horas. Como ser um profissional atualizado e relevante diante de um cenário tão repleto de incertezas?”

Sem uma resposta certa, o especialista garante que a primeira certeza é de que não adianta lutar contra o que está por vir pois o conhecimento vai continuar se multiplicando cada vez mais rápido. “Quem primeiro percebeu isso foi o visionário, arquiteto e pensador Buckminster Fuller. Segundo ele, até 1900 o conhecimento produzido pela humanidade dobrava aproximadamente a cada 100 anos. No final da Segunda Guerra Mundial, esse período já havia caído para 25 anos. Hoje, esse cálculo é um pouco mais complexo devido às diferentes formas de conhecimento, mas na média o conhecimento humano dobra a cada 13 meses. De acordo com cálculos da IBM, porém, a Internet das Coisas deve transformar esse período, em breve, para incríveis 12 horas!”, ressalta.

A Revolução Digital causou inúmeras evoluções no nosso dia a dia, mas certamente quem mais evoluiu com tudo isso foi o próprio ser humano. Aprendemos a trabalhar com ferramentas e a dominar o fogo. Pensando em tecnologia, já evoluímos muito, mas certamente estamos ainda nos estágios mais iniciais dessa trajetória. “Apesar de todas as possibilidades que IoT, Big Data e Business Intelligence podem oferecer, ainda estamos em um mercado de trabalho moldado de acordo com os valores e rotinas das décadas de 80 e 90. Fomos ensinados a respeitar padrões e acordos que já não fazem tanto sentido, nos amarrando enquanto poderíamos estar criando e desenvolvendo”, detalha Castanha.

O que querem os jovens?
Mas se engana quem pensa que apenas as profissões estão em transformação. As aspirações de jovens sobre o mercado de trabalho também são bem diferentes de geração para geração. A Geração Z, por exemplo, que engloba os indivíduos nascidos em meados dos anos 90 adiante, é caracterizada pela grande massa que está entrando no mercado profissional agora. Estes jovens são considerados mais livres, pés no chão e até desconfiados. De acordo com os dados do Caged - Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, mais de 260 mil trabalhadores jovens com este perfil foram contratados só no primeiro semestre deste ano.

Estes jovens que chegam às empresas são mais realistas e exigentes e, portanto, com a necessidade de feedbacks mais rápidos de seus líderes. “A geração atual é ligada em aspectos tecnológicos, são pessoas mais desligadas em questões acadêmicas e não gostam de serem exigidas quanto ao desenvolvimento contínuo. Em contrapartida, quando se engaja a uma causa ou assunto, acaba por alcançar resultados muito bons, como o desenvolvimento de novas metodologias de trabalho”, explica o Coordenador do curso de Gestão de Recursos Humanos da Unicid - Universidade Cidade de São Paulo, Emérito Wanderley Gonçalves.

Atividades operacionais, como vendedores físicos, atendentes e caixa, por exemplo, são as profissões que estão sumindo no cenário profissional. O que se deve a tal fascinação causada pela linguagem dos novos formatos de empreendimentos ou de novas oportunidades que estão surgindo, justamente, para atender a esta nova demanda de exigências. Segundo o professor, as atividades analíticas são cada vez mais valorizadas, devido à necessidade cada vez maior de análise das informações para o alcance de diferenciais competitivos.
Youtubers, blogueiros, influenciadores digitais também são tendência neste novo modelo trazido por estes jovens. Para Gonçalves, o aumento de pessoas que se empenham em trabalhar numa destas profissões vem de uma referência ao tratar o cotidiano. Entretanto, há malefícios que podem prejudicar em alguns aspectos, trazem versões resumidas das informações, o que limita, num primeiro momento, a construção dos conhecimentos específicos de cada área. “As aspirações que basicamente permeiam a mente destes jovens, giram em torno da estabilidade financeira, seja pessoal ou da família, além de acreditarem que o curso superior ajuda nesse objetivo. A maioria ainda pretende trabalhar como colaboradores de empresas, sendo poucos ainda os que aspiram empreender”, conclui o professor.

A grande escolha
Uma das tarefas mais importantes da vida é definir qual carreira seguir, afinal, o trabalho ocupa boa parte do seu tempo e gostar da profissão escolhida é fundamental para a realização pessoal e profissional. Uma pesquisa realizada pela Universidade Anhembi Morumbi em 2016, revelou que 27% dos estudantes ainda têm dúvidas sobre os rumos que desejam tomar no futuro. Um dos fatores fundamentais para tomar a decisão correta, é conhecer a rotina da profissão na qual deseja ingressar, além de fazer uma análise de como anda o mercado nessa área.
Daqui a menos de um mês acontecem os principais vestibulares do País, federais e estaduais. Muitos jovens se dedicam de um a dois anos para a realização desses testes e, além de toda a pressão para fixar o conteúdo do período letivo da escola, devem optar pela carreira que desejam seguir.

Os vestibulandos passam por influência dos pais, amigos e professores, além da preocupação com o que vão ganhar ou perder com a profissão escolhida, tanto no que tange ao financeiro, quanto ao conhecimento e experiência que terão a longo prazo. A geração Y (geração do milênio), nascidos após 1980, apresentam uma visão diferente da geração anterior e apesar de se preocuparem com o salário, levam em consideração também como será o seu dia a dia na profissão escolhida. Se citarmos a geração Z, que são aqueles indivíduos nascidos em meados de 1990 até agora, as aspirações profissionais mudam ainda mais porque essa geração tende a ser mais tecnológica e imersa em outra lógica de troca de trabalho.

Profissões do futuro
O perfil e os anseios dos jovens dessa geração não são mais os mesmos, assim como o mercado de trabalho está se atualizando para acompanhar seus futuros profissionais. Novas profissões também surgiram e, muitas delas, estão na lista de preferência dos nativos digitais que estão ingressando no ‘mundo corporativo’.

Todos nós conhecemos um jovem que não sai da frente do computador, passa horas jogando videogame, gasta um tempão lendo livros e HQs ou dedica quase 100% do tempo livre em assistir aos filmes ou ouvir música.
Eles não almejam as carreiras de seus pais, muito menos ficar sentados horas a fio em uma mesa fazendo serviços burocráticos. Por isso, não apenas as empresas, mas as próprias escolas de base precisam inspirar e fornecer ferramentas para que as novas gerações de profissionais estejam atualizadas com as carreiras de um futuro cada vez mais próximo. Confira algumas carreiras de destaque entre os jovens, indicadas pela Faculdade Impacta e o Instituto Alpha Lumen, e como direcionar os estudantes para escolhas que possam lhes trazer prazer pessoal e sucesso profissional:

Youtuber: Com certeza, essa é uma das opções mais desejadas pelos jovens de hoje. Isso porque eles veem pessoas comuns fazendo o que gostam e ganhando a vida por meio disso. Basta ter uma câmera, uma ideia e um computador para upar os vídeos e começar a ganhar diversos seguidores. Mas claro, investir em cursos voltados para direção de arte, edição e efeitos de vídeo podem auxiliar para que uma simples brincadeira torne-se uma carreira de sucesso.

Designer de interface: Os criadores dos aplicativos, sistemas e softwares, tanto para celulares quanto para computadores, também têm espaço no mercado de trabalho. Com as habilitações de desenvolvimento, é possível criar telas de games, aplicações multimídias, softwares inteiros e páginas da web.

3D Designer: Outra possibilidade é para aqueles que são apaixonados pela sétima arte ou mesmo pelos games. Para que nasçam grandes produções de séries, animações, arquitetura, jogos e até de engenharia é preciso ter uma noção básica de desenho. E não só isso. Com a tecnologia, é importante ter habilidades que possibilitam o trabalhador desenvolver artes em programas renomados como Photoshop, 3ds, Zbrush e Pixologic.

Engenharia da computação: Voltado para o universo de robótica, quem ingressa nesse segmento tem que ser apaixonado por tecnologia e eletrônicos. Isso porque, seu cotidiano será repleto de desenvolvimento de circuitos e sistemas motorizados.

Quadrinhos: O espaço para HQs no Brasil cresce e, com a internet, os autores e quadrinistas não dependem apenas de grandes selos para publicar seus produtos. É possível fazer essa veiculação de forma independente. Por isso, ter formação nas áreas de desenho e roteiro é imprescindível para aqueles que querem seguir esses passos.

Profissão: ser feliz!
Pensando na mudança de geração e nas velozes alterações empregatícias, a CEO da rede educacional Minds, Leiza Oliveira, aponta cinco motivos para que o estudante opte pelo curso que realmente deseja ingressar e ser feliz:

1. A volta dos ofícios
Quando afirmamos que ter um ofício é importante, evidenciamos que saber fazer algo é mais importante do que ter a teoria. Isso porque com a tecnologia, as atividades de um profissional tendem a se modificar a curto prazo e é preciso estar atualizado para cumprir o trabalho em si. Por isso, opte primeiro por uma carreira na qual você enxergue uma possibilidade de ser feliz e logo em seguida, na universidade, garimpe sobre as funções que deseja cumprir nessa profissão.

2. Dinheiro será a moeda de troca a longo prazo?
Essa dica pode parecer futurista, mas será que a forma de troca de trabalho será por meio de notas? Estamos na era dos Bitcoins, criptomoeda descentralizada, e rede de pagamento online, a questão é que já estão sendo inventadas outras formas de troca. Logo, será que faz sentido optar por uma carreira pelo dinheiro? Vale colocar na balança o que pode lhe fazer feliz diariamente e seguir nessa profissão.

3. Passamos mais tempo trabalhando do que vivendo: essa lógica também tende a mudar
Esse é um dos motivos mais acessados pelos jovens no Google para optar por um trabalho que traga felicidade: Ficarei mais tempo trabalhando do que vivendo. Entretanto, essa é uma das lógicas que também tendem a se modificar com o tempo, pois isso já está mudando. Milhares de profissionais dividem o seu tempo no trabalho com as redes sociais, WhatsApp, navegações em notícias, entre várias atividades simultâneas. Muitos desses mesmos profissionais usam ferramentas como redes sociais e Whatsapp para trabalhar após o ‘horário de expediente’. A maioria das profissões, com a tecnologia avançando cada vez mais, tendem a se modificar e o tempo dedicado para as funções também. Logo, opte pela carreira na qual se enxergue sendo feliz e não o tempo dedicado a ela.

4. Aprender mais
Quando exercemos funções que não nos satisfazem, tendemos a repetição das atividades, não temos desejo de modificar o entorno e nem de aperfeiçoar os conhecimentos e a forma de fazer. Já exercer funções que gostamos nos faz querer aprender mais e concomitantemente melhorarmos o dia a dia da empresa, nosso e dos nossos parceiros de trabalho.

5. Terá ânimo para a vida
Estar feliz o tempo todo é uma utopia, porém a busca pelo equilíbrio é o que move as pessoas. Logo, ter uma profissão que goste lhe dará ânimo para as demais atividades da vida: socializar, viajar, decorar a casa, enfim tudo o que envolve ser feliz.

Plano de carreira
Mais do que escolher que profissão seguir, é preciso planejamento para o futuro, saber onde se quer chegar. No atual mundo globalizado, em que as mudanças ocorrem muito mais rapidamente e a concorrência no mercado de trabalho é cada vez mais alta, planejar a carreira se tornou fundamental. Por muito tempo, os profissionais contavam apenas com os planos de carreira oferecidos por suas empresas contratantes, hoje em dia, com as diversas opções de especializações, se o jovem quer diversificar o currículo e explorar diferentes vertentes da sua profissão, é preciso se planejar.

A Gestora de Carreiras e diretora da Outliers Careers e do Instituto Profissional de Coaching, Madalena Feliciano, diz que se deve começar cedo. “Se você ainda está na faculdade, é essencial que comece a pensar no rumo que quer tomar na sua carreira, nas diferentes especializações que gostaria de ter e colocar no papel, para se planejar”, comenta.

Segundo Madalena, qualificação nunca é demais. “Há alguns cursos profissionalizantes que o graduando pode fazer que têm a ver com a sua área de atuação, mas que não requerem ainda o diploma. Dessa forma, mesmo que ainda na faculdade, ele adquire mais conhecimento técnico que será muito bem visto na entrevista de estágio dos sonhos”, aconselha.

A Gestora acrescenta, dizendo que esses planejamentos não podem ficar apenas na cabeça. “Coloque-os no papel, trace metas e objetivos. Diga em quanto tempo você pretende atingir todos eles. Isso lhe dará mais direção até mesmo para com estágios e trainees, para enxergar se os seus objetivos estão realmente te colocando na direção certa. O profissional que atira para todos os lados acaba se perdendo na carreira”, afirma Madalena.

É importante também reconhecer os recursos disponíveis e, desde o começo, definir o foco de ação na busca pelos resultados. “O êxito e o triunfo não podem ser comprados, porém, o sucesso de cada um depende muito mais de si próprio do que se pensa”, conclui a especialista.

Acreditamos que crianças felizes se tornam adultos mais felizes. Partindo dessa ideia, fazemos um trabalho com nossas crianças no qual o seu tempo de permanência na escola seja de muita importância para que tudo o que ela vivenciar aqui, influencie em sua vida adulta. Visamos formar cidadãos competentes e felizes que contribuam para um mundo melhor. Trabalhamos as múltiplas inteligências (desenvolvimento das habilidades que o ser humano possui – linguística, lógico-matemática, arte visual, corporal, interpessoal, musical, etc.). Proporcionamos ambientes e atividades interativas, criativas, lúdicas, desafiadoras e estimulantes para que o aluno construa o seu conhecimento.
Silvia Issa Soares - Diretora do Colégio Camargo Malta

Falar das escolas Kidslândia e Atos, é falar de família e amor, além de aprendizado. Em 2010, quando matriculamos nossa filha Laura, hoje com 7 anos, sentimos a segurança de estar deixando-a no lugar certo, não por ser uma escola cuja finalidade é aprender, porque não teríamos como fugir desta realidade, mas por sabermos que ela vai aprender com amor. A sensação familiar é tão prazerosa que, no fim do dia, dá vontade de trazer a equipe pra casa (risos). Quando olho para minha filha hoje, os valores que ela possui, seu caráter, sua motivação em estudar, sua maneira de passar por tudo isto respeitando ao próximo e a Deus, não tem como não associar a essas escolas, minhas fiéis parceiras nesta formação, a quem sou eternamente grata e super recomendo.
Bruna Branco - Mãe da Laura, aluna das Escolas Atos e Kidslândia

Com a evolução tecnológica, passamos a ter em mãos uma excelente ferramenta educativa. Qualquer informação está disponível com apenas um toque na tecla de um computador. Usada com respeito e cuidado oferece grandes perspectivas do mundo e consequentemente grandes avanços de cunho intelectual e de conhecimento. Contudo, o controle, em especial dos pais, é determinante para evitar o uso inadequado e compulsivo da Internet. É preciso proteger a integridade das crianças e jovens também nessa era digital, acompanhando os conteúdos explorados. As Instituições de Ensino devem apresentar uma luz sobre essa nova realidade digital, com novos currículos que devem ser trabalhados de forma a contemplar as necessidades desses jovens. E os pais, cada vez mais próximos dos seus filhos acompanhando seus atos, suas curiosidades e seus avanços.
Sonia Regina Amorim - Diretora do Colégio Amorim

A escola evoluiu promovendo novas abordagens e um maior dinamismo. Com computadores, lousa digital, plataforma de acompanhamento online para os pais, conseguimos um elo pedagógico eficaz. Hoje, imprimimos no aluno o espírito de investigação, sendo que o professor promove o conteúdo mas valoriza a pesquisa e a produção. O nosso aluno tem acesso à informação e é orientado a produzir com essa matéria prima, em todos os campos da Educação, expandindo o seu alcance de conhecimento. Também entendemos que a Educação não pode ser definida somente com tecnologia, e que devemos contemplar essas ferramentas para favorecer o desenvolvimento das potencialidades humanas dentro da singularidade de cada indivíduo, pois não devemos esquecer que o sujeito de uma revolução é sempre o homem.
Nilva Marilia Mariscal Rossetto - Diretora do Colégio La Fontaine

O Supera tem tudo o que o seu cérebro precisa para ficar ativo e em forma. Potencializar as habilidades cognitivas de diferentes maneiras, ter contato com diversos jogos pedagógicos e ainda usar o ábaco, uma ferramenta milenar, em pleno século XXI. O que me realiza como profissional é fazer parte do processo de evolução do outro com algo que eu acredito. Participar desse processo é fantástico, mas é indescritível ver a evolução de uma pessoa potencializando suas habilidades como por exemplo, concentração, raciocínio lógico e memória. Mas quem pode fazer ginastica cerebral? Todos, de qualquer faixa etária, estão convidados a experienciar tudo de diferente e inusitado que podemos trazer para sua vida.
Gabriela Galañ Machado - Professora da Unidade Tatuapé do Supera Ginástica para o Cérebro

Sabemos que é da família a responsabilidade de firmar os princípios morais e sociais nas crianças, mas a escola tem que ser parceira ativa neste processo. Criar oportunidades para que o aluno reflita sobre suas práticas, desde muito cedo é fundamental. Na Baby Prime, prezamos que o conhecimento parta de construções próprias e que os alunos saibam trabalhar em grupo, com respeito ao próximo. Trabalhar de maneira reflexiva leva o aluno a conviver com as diferenças, a aceitar o outro como ele é e o ajuda a tornar-se um cidadão mais tolerante. Estar próximo enquanto os estimulamos, humaniza o processo e oferece a segurança necessária. Oportunizar para que aluno faça isso brincando na melhor e mais importante fase da vida, é o que faz da Baby Prime, um lugar de criança feliz.
Roberta Soares - Diretora do Berçário e Educação Infantil Baby Prime

Na hora de colocar nossos filhos em um berçário, precisamos ter total segurança e esse é o principal motivo de termos optado pelo Cantinho Encantado, quando colocamos o Rene, com 4 meses, na escola. Hoje ele tem 3 anos, e aqui sentimos a tranquilidade em deixá-lo num ambiente acolhedor, cheio de carinho, aos cuidados de profissionais qualificados que cuidaram do seu desenvolvimento físico e emocional estimulando-o na alimentação, desenvolvimento motor e da linguagem. A escola proporcionou vivências importantes que deram base sólida para seu crescimento. Isso nos trouxe total satisfação, e o Rene, além de continuar frequentando a escola, trouxe também sua irmã Lorena, de 3 meses, que iniciou essa semana.
Simone Mascarenhas Rosa - Mãe do Rene e da Lorena alunos da Escola Cantinho Encantado

Aprender informática é essencial para simplificar tarefas e trazer soluções inovadoras para o nosso dia a dia. O diferencial da Pró-Soluta é que as nossas aulas são individualizadas e o aluno pode refazer quantas vezes achar necessário a mesma atividade até memorizá-la, sem atrapalhar o andamento dos outros alunos. Nossos horários são flexíveis, o aluno pode escolher o melhor dia e horário de sua aula de acordo com a sua disponibilidade. Desenvolvemos um plano específico para cada necessidade e idade, com aulas práticas e exercícios passo a passo para levar para casa. Faça uma aula gratuita e conheça a metodologia da Pró-Soluta!
Fernanda Silva Pinto dos Santos - Diretora da Pró-Soluta

Quando entrei no Colégio São Francisco de Assis, adorei desde o primeiro momento e isso cresce a cada dia. Na minha escola tem tudo: ótimos professores e muitas atividades extras, festas comemorativas, gincanas, campeonatos... Para os menores, tem um parquinho exclusivo, e para nós, tem uma horta que eu amo e que nos ensina a cuidar da natureza, do plantio até a colheita. Todos os alunos têm alguma atividade na horta, dos pequenos até o Ensino Médio. Estou há cinco anos na escola e não quero mais sair de lá. Os cursos extras são ótimos e os que eu mais gosto são Teatro e Handeball. Eu amo o colégio e não saio de lá por nada.
Gabriely Costa de Almeida - Aluna do Colégio São Francisco de Assis
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