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12/01/2012 14:51
O céu é o limite
Balonismo ganha adeptos em todo País e vem se tornando cada dia mais popular

Voar em um balão de ar quente, colorido, entre as nuvens, faz parte do imaginário de crianças e adultos. Para quem não sabe, o esporte aéreo tem uma longa história no Brasil.
O primeiro relato de voo aconteceu em 1709, pelo padre Bartholomeu de Gusmão, que com apenas 23 anos, queria impressionar o rei João V de Portugal. Para isso, fez um balão que subiu cerca de quatro metros, mas que se incendiou em seguida. Apesar do fato, o surgimento oficial é considerado obra francesa e data de 1783, quando os irmãos Etienne e Joseph Montgolfier realizaram o ‘primeiro’ teste com balão. De lá para cá, os redondos ganharam equipamentos e tecidos modernos e resistentes, como nylon, poliéster e nomex. Ele é constituído por três elementos: o cesto de verga, o envelope de nylon (que é o próprio balão) e o queimador de gás propano, utilizado para aquecer o ar existente dentro do balão.
De acordo com a Confederação Brasileira de Balonismo, o País tem cerca de 140 pilotos com aproximadamente 200 balões. O pioneiro no esporte foi Victorio Truffi que em 1970 fez o seu voo inaugural na cidade de Araraquara (SP). O balonismo se regulamentou definitivamente em 1987, quando surgiu a Associação Brasileira de Balonismo (atual Confederação), que realizou o primeiro campeonato brasileiro em 1988.
O diretor comercial da Passeio de Balão, Rodrigo Viotto, explica que o trajeto pode ser feito durante uma hora por duas ou até 16 pessoas. O profissional precisa ter brevê e uma autorização da Anac - Agência Nacional de Aviação Civil, “além de toda a manutenção feita no balão periodicamente”, explica.
Quem leva: Passeio de Balão (www.passeiodebalao.com.br)
Custo: R$ 280 por pessoa. Trajeto: Boituva, podendo se estender para algumas cidades próximas. Contraindicação: não é indicado para pessoas no período pós-operatório.