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Menopausa é tema no Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher

Publicada em : 28/05/2011

O número de mulheres é o maior das últimas quatro décadas segundo o IBGE: elas representam 51,2% da população brasileira

No próximo dia 28, sábado, é comemorado o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher, uma data em que se deve lembrar que a saúde feminina merece muito cuidado, inclusive na fase da menopausa. Por isso, a Dra. Angela Maggio da Fonseca, professora associada e livre-docente da Disciplina de Ginecologia do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), dá algumas dicas de como manter-se saudável e atravessar essa fase de declínio hormonal com mais qualidade de vida e menos estresse.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2030 mais de um bilhão de mulheres estarão no climatério, período de vida dos 40 aos 65 anos. No que se refere a queda dos níveis hormonais, a mulher por volta dos 45 anos precisa de cuidados extras com a saúde, sendo esta etapa marcada pelo fim do período reprodutivo feminino e início da fase da menopausa, quando ocorre o último ciclo menstrual e muitas mudanças no organismo e comportamento femininos.

Praticar esportes ou andar uma hora/dia, beber bastante água durante o dia, ingerir substâncias que contenham magnésio, cálcio e vitamina C e não fumar são algumas das recomendações fundamentais para as pacientes neste período.

Na maioria dos casos, o diagnóstico da menopausa é considerado após 12 meses da última menstruação e baseado na observação de sintomas como: diminuição da libido (desejo sexual); irritabilidade; diminuição da massa e da força muscular; aumento da gordura abdominal ou visceral; diminuição da densidade mineral óssea; alterações cognitivas e de humor e sonolência. Ao observar esses sinais, o médico poderá solicitar exames laboratoriais para medir os níveis hormonais. Depois de fechado o diagnóstico, é preciso iniciar um tratamento para restabelecer os níveis de hormônio da paciente. Hoje, o tratamento mais apropriado é a terapia hormonal, pois é a única que demonstra eficácia no alívio dos sintomas, protege contra a perda de colágeno e atrofia da pele, conserva a massa óssea e reduz o risco de fraturas por osteoporose.

Fonte:Burson-Marsteller