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Contra a esquistossomose

Publicada em : 23/05/2011

Entre 23 e 27 de maio 5 mil unidades de saúde estarão mobilizadas para receber pacientes com sintomas da doença

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo planeja erradicar a transmissão local de esquistossomose no Estado até 2015. Por isso promove, entre os próximos dias 23 e 27 de maio, a Semana Estadual da Esquistossomose, que irá mobilizar cinco mil unidades públicas de saúde nos municípios paulistas.

Durante a semana, os municípios irão desenvolver atividades educativas e oferecer exames à população. Os pacientes diagnosticados com a doença serão tratados gratuitamente, com prescrição de um antiparasitário.

Cerca de 5 mil unidades básicas de saúde e mais de 100 unidade geossentinelas que realizam testes complementares sorológicos para diagnóstico da doença estarão reforçando o atendimento à população que procurar os serviços com a suspeita de ter adquirido a doença.

Entre 2003 e 2010, os casos de contágio autóctone de esquistossomose caíram 76%. No ano passado foram 140 notificações em 2010 no Estado de São Paulo. O objetivo é zerar esses casos e eliminar focos de transmissão até 2015.
A esquistossomose, também conhecida como “barriga d’água”, é causada por um parasita chamado Schistosoma mansoni. Sua transmissão depende da existência de determinadas espécies de caramujos em rios, lagoas, córregos, represas e mangues, entre outras coleções hídricas contaminadas por esgoto sem tratamento.

Muitas vezes a esquistossomose não apresenta sintomas, mas quando eles aparecem, vão desde coceira na pele, vômitos e diarreias, a problemas mais graves, como aumento do tamanho do fígado e baço, com risco de óbito.

Fonte:Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo