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Programa Hospital Domiciliar de Atendimento e Internação Domiciliar

Publicada em : 13/10/2011

Programa já fez mais de 200 mil visitas domiciliares a pacientes em três anos

A vice-prefeita e secretária municipal de Assistência Social anunciou ontem a sanção da lei municipal que institucionaliza o Programa Hospital Domiciliar de Atendimento e Internação Domiciliar (Prohdom). Em cerimônia realizada na sede da Prefeitura que contou com a presença do secretário municipal da Saúde, a vice-prefeita informou que a proposta é ampliar o atendimento para outros dez hospitais - no momento, o programa é desenvolvido em oito unidades hospitalares.

O programa é uma iniciativa da Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal da Saúde, que há três anos atende em domicílio pacientes de todas as idades com doenças agudas ou crônicas. A intenção é reduzir os riscos decorrentes das internações de longa permanência. Desde que foi criado, em junho de 2008, o Prohdom, em conjunto com a Atenção Básica, já beneficiou 13.078 pessoas e realizou mais de 200 mil visitas.

Para a vice-prefeita, a sanção do Prohdom é importante para garantir a continuação de um serviço que ampara os pacientes. "São Paulo hoje está mais humana. O que muda é que um programa de muito êxito, que já existia, é transformado em lei. Ou seja, a partir de agora ele vai existir para sempre. Nenhuma alternância de poder conseguirá alterar este trabalho tão importante que atende as pessoas em um momento de vulnerabilidade", disse.

Segundo Gastão Eduardo França Kassab, médico e coordenador do programa, a iniciativa influencia significativamente nas taxas e nos índices gerais de internação hospitalar, contribuindo para a redução da média de permanência nos leitos, pois possibilita a recuperação do paciente em ambiente familiar, além de humanizar o tratamento e prevenir a exposição a reinfecções pelo tempo prolongado de internação. "Estudos apontam que 70% das doenças são passíveis de tratamento em âmbito domiciliar. Para ter uma idéia, além de auxiliar na recuperação do paciente, no caso da internação domiciliar há uma redução, em média, de 50% a 70% dos custos, se comparado à internação hospitalar", explica o coordenador.

Fonte:SECOM - Prefeitura da Cidade de São Paulo