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Combate à Hepatite C

Publicada em : 05/08/2011

ONG’s brasileiras se unem para conscientização sobre os perigos da doença silenciosa

Foi lançada a campanha “Hepatite C: qual a sua cara?”, uma iniciativa das ONG’s Grupo Otimismo (Rio de Janeiro), Grupo Esperança (Santos, SP), GADA (São José do Rio Preto, SP) e C Tem Que Saber C tem que Curar (São Manoel, SP). O responsável técnico pela campanha é o Dr. Evaldo Stanislau Affonso de Araújo, médico infectologista e pesquisador da Hepatite C.

O objetivo é alertar para a necessidade de realizar o teste de detecção da Hepatite C, principalmente para as pessoas que compõem as faixas etárias de maior risco, que são as que vão dos 40 aos 65 anos e dos 65 em diante. Além de serem mais vulneráveis, as pessoas destas faixas etárias podem ter formas mais avançadas da doença, ainda que não apresentem sintomas.

A iniciativa ocorre concomitantemente com a mudança no Protocolo de Manejo da Hepatite C do Ministério da Saúde e aproveita um momento em que novas drogas chegam para combater a doença.

Além da campanha nacional, a data marca o lançamento de um portal na internet, que tem como meta a educação à distância de profissionais de saúde em geral e aproximar médicos da sociedade civil, fomentando ações de orientação sobre hepatites virais. O www.portaldashepatites.med.br entra no ar a partir de hoje, com conceito de rede social, para que o esclarecimento sobre a prevenção e tratamento da Hepatite C (e de outros tipos também) seja universal e de fácil acesso.

O portal pode constituir uma base de dados inédita sobre a maneira que médicos lidam com a doença. Trata-se de uma oportunidade de mapear o alcance da doença e como o médico atua por todo Brasil, além do perfil de infectados.

“A Hepatite C é um inimigo silencioso, que não se manifesta e que surpreende pela gravidade quando constatada tardiamente. Prevenção é essencial no combate: quanto antes soubermos da doença, melhor conseguimos controlá-la e, até, curá-la. A maneira de descobrir é fácil, o tratamento é oferecido pelo governo e a vida segue normal quando o acompanhamento for correto. A sociedade civil faz sua parte e mostra ao governo que também quer ajudar na conscientização”, afirma Dr. Evaldo.
 

Fonte:Casa do Bom Conteúdo