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Policiamento escolar

Publicada em : 25/06/2014

São Paulo coloca mais de 1.500 policiais na porta das escolas

divulção
Na volta às aulas, alunos, pais e professores da rede estadual de São Paulo contarão com um reforço da segurança na porta das escolas, com a presença de 1.550 policiais militares. A ação reforça política do governo do Estado de inibir e prevenir conflitos desenvolvidas pelo Sistema de Proteção Escolar nas unidades paulistas. O governador Geraldo Alckmin e os secretários da Educação e Segurança, Herman Voorwald e Fernando Grella Vieira, anunciaram a ação na manhã desta terça-feira. Inicialmente, os profissionais atuarão em 775 escolas da capital, região metropolitana, Campinas e Baixada Santista. A localização geográfica e os índices criminais do Estado foram os critérios para a escolha dessas primeiras unidades.

        Os policiais vão trabalhar sempre em duplas e com turno de 8 horas. O principal objetivo é minimizar os conflitos na porta e entorno e dar continuidade às ações preventivas já aplicadas, como a Ronda Escolar e o Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd), e principalmente o Sistema de Proteção Escolar. Esse último, implantado na rede em 2009, promove estratégias para a melhoria das relações e segurança do ambiente escolar.

        Hoje, 2.688 educadores estão capacitados para prevenir conflitos no ambiente escolar. Os chamados professores mediadores têm função de traçar planos para proteger os alunos de fatores de risco e também coibir comportamentos discriminatórios (racistas, homofóbicos, entre outros). Para isso, eles passam por formações de técnicas de justiça restaurativa, além de elaborar jogos, dinâmicas, rodas de conversa, sempre em linguagem jovem e que envolva toda a escola.

Diária especial aos policiais

        A cooperação com a Polícia Militar é possível graças à diária especial autorizada pelo governador Geraldo Alckmin no final do ano passado (Lei Complementar 1227/13). A Diária Especial por Jornada Extraordinária de Trabalho Policial Militar (DEJEM) permite aos policiais trabalharem voluntariamente em suas folgas, com direito a uma remuneração adicional. Serão investidos mais de R$ 5,5 milhões por mês.

        “Mais do que deslocar um efetivo da polícia, o projeto tem a meta de unir programas preventivos das duas Pastas. Em conjunto, serão criadas soluções inteligentes para minimizar delitos – tais como vandalismo e furto - e diminuir o uso da força policial em áreas mais vulneráveis”, afirma o secretário da Educação, Herman Voorwald.

Fonte:Secretaria da Educação do Estado de São Paulo