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Trânsito gera insatisfação do paulistano

Publicada em : 23/01/2014

O tempo gasto no trânsito e a qualidade do transporte público em São Paulo são as principais insatisfações do paulistano em relação à mobilidade

Divulgação
Este é um dos resultados da pesquisa acadêmica realizada em São Paulo que vai compor o Índice de Bem-Estar Brasil (Well Being Brazil Index – WBB), promovida pelo MyFunCity, rede social premiada pela ONU (Organização das Nações Unidas), e pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP).

Mais de 30% dos entrevistados afirmou gastar mais de 2 horas diariamente em deslocamentos para o trabalho ou escola e faculdade. Levando em consideração um dia normal, quando há chuvas ou acidentes em vias principais da cidade de São Paulo, este tempo gasto no trânsito deve ser duplicado. A questão deslocamento/tempo gasto no trânsito engloba os principais meios de transporte terrestre (carro, metrô, ônibus, trens e caminhões).

O cidadão é prejudicado em seu tempo de lazer e bem estar com a família para ir e voltar de sua principal atividade durante o dia. Este fato acarreta uma influência negativa em sua satisfação pessoal, falta de tempo para ter atenção aos familiares e para fazer exercícios físicos. E poderá gerar problemas de saúde, desempenho ineficiente no trabalho e problemas de relacionamento entre os familiares.

Um serviço ineficaz gera atrasos na cadeia produtiva e qualidade de vida insatisfatória para a população. Responsabilidade do poder público, em todas as suas esferas, a insatisfação da cidadania com os serviços de transportes públicos acaba contribuindo diretamente com a baixa avaliação do poder público, outra das muitas conclusões da primeira rodada da WBB.

“O tempo gasto no trânsito dificulta a satisfação de dois aspectos julgados relevantes pelos respondentes: estar com a família e praticar atividades físicas. É muito óbvio que o poder público e privado não estão preparados para lidar com uma nova realidade, que envolve manifestações e rolezinhos. E o governo precisa tomar iniciativas para melhorar esta situação”, diz Mauro Motoryn, CEO da i.brasil, Grupo responsável pelo MyFunCity.

Sobre a pesquisa

Pesquisa acadêmica realizada em São Paulo que vai compor o Índice de Bem-Estar Brasil (Well Being Brazil Index – WBB), promovida pelo MyFunCity, rede social privada criada para discutir interesses públicos no Brasil recentemente premiada pela ONU (Organização das Nações Unidas), e pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP). A pesquisa foi realizada no município entre os dias 10 e 30 de novembro de 2013. Nesta etapa, 786 pessoas responderam voluntariamente ao questionário desenvolvido para medir o índice no Brasil, seguindo todo rigor acadêmico e aplicado de maneira completa considerando a realidade do nosso país. A seleção dos entrevistados levou em conta itens como idade, sexo e nível socioeconômico.  Dez indicadores integram o Índice de Bem-Estar Brasil WBB. São eles: Meio Ambiente, Transporte e Mobilidade, Família, Redes de Relacionamento, Vida Profissional e Financeira, Educação, Poder Público, Saúde, Segurança e Consumo. Mais detalhes sobre os indicadores, bem como o resultado geral da pesquisa, podem ser encontrados no site  http://www.wbbindex.org/. Ainda este ano, a pesquisa será estendida a outros municípios brasileiros.

Fonte:FTI Comunicação Estratégica