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Operação Baixas Temperaturas

Publicada em : 26/07/2013

A população também pode ajudar os moradores em situação de rua nas noites frias solicitando os serviços da Coordenadoria de Atendimento Permanente e de Emergência


A Prefeitura de São Paulo ampliou em mais 3 mil as vagas emergenciais nos Centros de Acolhida da assistência social e outros locais preparados para atendimento à população em situação de rua. A ampliação ocorre em função das previsões meteorológicas para a cidade. Sob a coordenação da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) e apoio das Secretarias de Segurança Urbana, Saúde, Esportes, Direitos Humanos e Cidadania, Coordenação das Subprefeituras, da Subprefeitura da Sé e Defesa Civil, o objetivo é atender as pessoas mais vulneráveis ao frio e encaminhá-las ao atendimento, onde receberão alimentação (jantar e café da manhã), colchão, cobertor e kit de higiene pessoal. 

Aproximadamente 400 profissionais da Assistência Social estão mobilizados exclusivamente para o trabalho de abordagem às pessoas em situação de rua, com o objetivo de convencê-los a irem para os Centros de Acolhidas, cujas vagas foram ampliadas excepcionalmente. As pessoas nesta situação podem procurar voluntariamente qualquer um dos 63 Centros de Acolhida municipais, que já contam com 9 mil vagas. Ou, o munícipe que ver uma pessoa vulnerável exposta às baixas temperaturas pode acionar os serviços da Coordenadoria de Atendimento Permanente e de Emergência (CAPE), que funciona 24 horas por dia, pelo telefone 156 (Central de Atendimento da Prefeitura) ou pelo 153 (Central de Atendimento da GCM), para ambos a ligação é gratuita. Na região da Luz, a SMADS acolherá por meio de uma entidade parceira, a Missão Cena, as pessoas em situação de rua das proximidades.

A Operação Baixas Temperaturas teve início em maio e vai até outubro. Neste período, os Centros de Acolhida que atendem por 16 horas funcionarão excepcionalmente das 16h às 9h, de 2ª a 2ª feira. A Secretaria de Assistência Social intensifica a vigilância nos locais com grande concentração de população em situação de rua, por meio das equipes do Serviço de Abordagem de Rua, dos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), Centros de Referência  Especializados de Assistência Social (CREAS), Centros de Referência  Especializados para População em Situação de Rua (CREAS POP) e da Coordenadoria de Atendimento Permanente e de Emergência (CAPE).

É importante ressaltar que as pessoas são convidadas a ir para os Centros de Acolhida, mas não são obrigadas a aceitar o encaminhamento. Em casos de recusa os orientadores socioeducativos dos Serviços Especializados de Abordagem Social às Pessoas em Situação de Rua, ou servidores dos CRAS, CREAS e CREAS POP estão orientados a acionar, em caso da pessoa abordada estiver desacordada ou que estiver com quadro de saúde comprometido, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), através da Central 192, visando garantir acesso ao socorro, registrando em relatórios todas as providências adotadas.

A Secretaria de Segurança Urbana já orientou a Guarda Civil Metropolitana a acionar a CAPE ou mesmo o SAMU durante suas rondas, caso os guardas identifiquem pessoas em situação de rua nas noites de baixa temperatura. Além de ter disponibilizado o número 153 para receber ligações de munícipes e acionar o atendimento da Assistência Social.

Fonte:Divulgação