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Desemprego sobe para 6% em junho

Publicada em : 24/07/2013

População desocupada somou 1,5 milhão de pessoas


A taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 6% em junho, após registrar 5,8% no mês anterior, segundo indica a Pesquisa Mensal de Emprego divulgada nesta quarta-feira (24). Em junho de 2012, taxa ficara em 5,9%.

A população desocupada somou 1,5 milhão de pessoas, registrando estabilidade tanto em relação a maio quanto a junho de 2012. A população ocupada atingiu 23,0 milhões e também não teve variação significativa nas comparações mensal e anual.

De acordo com a pesquisa, o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado somou 11,5 milhões e ficou estável sobre maio. Já na comparação com o mesmo período do ano anterior, foi verificada alta de 3,2%.

Na análise regional, a taxa de desocupação não registrou variação significativa em nenhuma das regiões metropolitanas pesquisadas nem comparação com o mês anterior nem na anual. A quantidade de desocupados, no confronto com junho de 2012, subiu apenas em Salvador (23,5%).

O salário médio real dos trabalhadores ocupados ficou em R$ 1.869,20, não variando sobre maio, e registrando alta de 0,8% frente a junho.

O valor dos rendimentos subiu, sobre maio, no Recife (3,3%), em Porto Alegre (3,2%) e em Salvador (0,9%). Ficou estável no Rio de Janeiro e caiu em Belo Horizonte (4,0%) e em São Paulo (0,6%). Já na comparação com junho, houve queda em Belo Horizonte (5,1%), Salvador (4,5%) e no Recife (3,2%). Altas foram verificadas em Porto Alegre (6,3%), no Rio de Janeiro (3,6%) e em São Paulo (1,3%).

Quanto ao tipo de atividade, o maior aumento no salário em relação a maio foi verificado no grupamento construção (1,6%) e a maior queda na indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (-1,7%). Na comparação anual, foi registrado aumento de 4,4% na construção e queda no grupamento de outros serviços (-2,7%).

Já na classificação por categorias de posição na ocupação, o maior aumento no rendimento médio real habitualmente recebido em comparação com junho do ano anterior foi visto entre os empregados sem carteira no setor privado (4,2%).

Fonte:G1