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Empreendedoras

Publicada em : 18/03/2019

São maioria na área de farmácias de manipulação

Divulgação
O empreendedorismo feminino cresce exponencialmente no Brasil. E no setor de farmácias de manipulação, essa alta representatividade fica evidente, segundo dados apurados pelo Panorama Setorial Anfarmag 2018, que mostram que 71% das empresas são gerenciados por mulheres.

A farmacêutica e diretora da Anfarmag Regional SP, Ana Lucia Povreslo, atua como empresária há mais de 20 anos nesse segmento e reforça a importância de se ter o próprio negócio, mas garante que é preciso muita dedicação. “Precisamos ter uma rotina bem estabelecida para dar conta das diversas funções que exercemos. Nem por isso deixamos de ter satisfação em realizar nosso trabalho da melhor maneira possível” reitera.

A farmácia de manipulação possibilita que a profissional utilize seus conhecimentos adquiridos na faculdade, além de perceber de forma muito próxima o impacto de sua atuação na vida dos clientes e pacientes. É importante observar que entre os graduados da formação em Farmácia, as mulheres representam 67,5% dos profissionais de acordo com a publicação “Perfil do Farmacêutico no Brasil”, do Conselho Federal de Farmácia.

“As farmacêuticas encontram no mercado de manipulação um campo fértil para se realizarem profissionalmente, financeiramente e, ao mesmo tempo, dispõem de horários menos rígidos”, avalia Ana Lucia. Entretanto, pondera que isso está longe de ser um motivo para trabalharem menos. “É apenas uma vantagem, caso saibamos como utilizá-la”, completa.

Essa flexibilidade permite que as mulheres se dediquem as demais funções que ainda possuem, além do trabalho. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE indicou que as mulheres trabalham, em média, cinco horas por semana a mais que os homens, quando somada a ocupação remunerada com o trabalho realizado em casa.

Sendo assim, características como empatia e espírito de equipe são valorizadas pelo mercado. “Estamos num momento interessante de reconhecimento do trabalho feminino e da importância das mulheres no universo corporativo”, conclui a empresária.

Fonte:Presoti Comunicação