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Costura e moda

Publicada em : 28/02/2019

Procura por cursos profissionalizantes da área cresceu 250% em janeiro

Divulgação
Segundo dados da Fundação Seade e do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) divulgados em janeiro, o desemprego na região metropolitana de São Paulo recuou de 18% em 2017 para 16,6% em 2018. Ainda de acordo com a pesquisa, as principais altas do último ano foram registradas entre os trabalhadores autônomos e domésticos.

A busca por profissionalização como forma alternativa de gerar renda está seguindo a crescente, é o que aponta a Sigbol Fashion, primeira e única rede de escolas de moda e corte e costura do país, que somente em Janeiro de 2019 registrou um crescimento de cerca de 250% na procura de cursos, frente ao mesmo período do ano passado. As formações de Corte e Costura, Lingerie e Moda Praia, Personal Stylist e vitrine e Produção de Moda, registraram um crescimento de 138%, 245%, 300% e 360%, respectivamente.

De acordo com o diretor da rede, Aluizio de Freitas, a rede matriculou mais de 18 mil alunos de 2014 para cá. Ele conta que o perfil dos alunos mudou muito desde a fundação da escola. "Em 1980 as alunas eram compostas basicamente por donas de casa e empregadas domésticas que buscavam na especialização, uma forma de realizar o sonho de trabalhar em confecções. Na década seguinte, o setor de confecção e costura passou por uma crise profunda, ninguém mais queria costurar, já que as roupas importadas da China chegaram com valores abaixo do custo no Brasil". E foi depois dos anos 2000 que a costura voltou a ser vista como algo de valor novamente, como segunda fonte de renda ou um negócio lucrativo", conta Freitas. Para esse ano o empreendedor pretende atingir o faturamento de R$ 12,5 milhões e abrir 25 novas escolas.

Fonte:Economídia